Minhas observações sinceras sobre a LFW
6 DE MARÇO DE 2025


A semana de moda de Londres tem a fama de ser a mais criativa e disruptiva do calendário fashion mundial e fez jus a essa fama no desfile de outono/inverno 2025.
Assim como a semana de moda de Nova York, a LFW também está em fase de transição, tentando se adaptar às mudanças crescentes e cada vez mais desafiadoras do mercado da moda. Então, assim como Nova York, a London Fashion Week também teve pouco destaque na mídia, foi mais curta do que o normal e houve muitas ausências importantes como JW Anderson, Molly Goddard e Sinéad O'Dwyer.
Além disso, marcas como Dilara Findikoglu e Conner Ives optaram por reduzir a quantidade de seus desfiles para uma vez ao ano, enquanto outras diminuíram as apresentações ou optaram por encontros privados ao invés de desfiles completos.
A diretora executiva do BFC, Caroline Rush, reiterou que as marcas britânicas estão passando por um momento difícil, muito pelo pós-pandemia, pelo Brexit e pelo fechamento em 2024 da Matchesfashion, plataforma online de luxo.
Porém, mesmo com todas essas dificuldades, a semana de moda de Londres fez jus à sua fama de disruptiva, criativa e palco de estilistas novos e iniciantes.
Sendo assim, uma das principais tendências da temporada foi o gótico, com uma pegada mais punk, brincando muito com a moda dos anos 1980, com botas de cano alto, saias balonês e meia-calças.
A moda da década de 1960 também marcou sua presença através da silhueta trapézio, da cintura marcada e de vestidos mais curtos. Além do tricô, que foi o tecido da temporada, porém com uma nova leitura.
E para completar o pacote de tendências trazidas pela London Fashion Week, temos as franjas, que também estiveram presentes em muitas coleções do evento.
Enfim, o que nos resta é continuarmos acompanhando o cenário da moda mundial, para entendermos quais os caminhos ela seguirá nos próximos anos.
O meu palpite é que a Era dos grandes eventos e desfiles, que ditavam tudo o que seria moda dali para frente, acabou, muito pautado na necessidade de conexão que as pessoas querem com o que consomem, vestem e vivem.

Fonte: Elle
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